10 Razoes para Amaaar a Argentina: A Dívida Externa

25 jun

 

Sao Caetano, um dos destaques do acervo

Isto é Argentina:

reabre nesta terça-feira o Museu da Divida Externa. Isso mesmo. Este país –  e eu considero esta uma enorme metáfora tangível do caráter argentino –  tem um Museu dedicado a Divida Externa. Tudo bem que durante o desfile do Bicentenário da Revolução de Mayo, no meio de toda história da epopéia do cruzamento dos Andes ao Peronismo, veio uma alegoria representando a desvalorização do peso. Mas, um Museu da Divina Externa Argentina é a prova cabal da hipérbole emocional argentina.

 

El Museo de La Deuda externa argentina funciona, desde 2005, na Faculdade de Ciencias Economicas da Universidade de Buenos Aires, na Rua Uriburu 763. São quatro salas localizadas no subsolo do edifício contando cronologicamente o endividamento da Republica Argentina. Entre os destaques estão uma estatua de São Caetano, padtrono do trabalho e representando o desemprego, a sala temática dedicada inteiramente ao Fundo Monetário Internacional  (FMI), os recortes de imprensa da era Menem ( Mendéz, Gabriela!)e os quadrinhos sobre o tema criados por um grupo multidisciplinares da faculdade.  Ao todo, são mais de 1.2 mil documentos e objetos sobre o assunto.

Detalhe: a era Mendéz!

Em 1985, Marta Minujín , artista transloucada  argentina, pagou o equivalente da divida externa argentina  em milho para a Andy Warhol ( no comments). Infelizmente, o sistema financeiro internacional não considerou a questão solucionada. Atualmente a divida argentina ronda os 150 bilhões de dólares, cerca de 60% de seu PIB. Em 2001, esta divida representava 150% do seu PIB.

É, podia ser pior! Eu devo confessar que a banana ao FMI despertou em mim certa admiração pelos hermanos. Mas, vivendo aqui, tive que repensar meus conceitos diante da ressaca econômica que viveu o país por conta de suas decisões econômicas. O museu abre de 12hrs as 20hrs, de terça a sábado.Vou levar meu milho.

2 Respostas to “10 Razoes para Amaaar a Argentina: A Dívida Externa”

  1. Eduardo 26 de junho de 2010 às 4:52 PM #

    1) Un consejo: ir a San Cayetano el 7 de setiembre, increíble concentración por pan y trabajo en Liniers, el límite de Buenos Aires
    2) Muy sabio llamara Mendez al innombrable: todos saben que decir su nombre capicúa trae mala suerte. En todo caso hay que tocar madera si se lo nombra, o una teta o un testículo, lo que neutraliza su nefasta influencia.
    3) Me parece muy normal tener un museo de la deuda externa… al fin y al cabo, somos países exportadores netos de capital hace años, y en el caso de Bolivia, desde hace siglos, desde que descubrieron plata en Potosí.
    Sigue muy buena tu pagina
    edu

  2. conexaobuenosaires 26 de junho de 2010 às 8:29 PM #

    jajajajajajajajajjajajajaajjaajajjajajaajjaajaja

    La Deuda es cosa seria Edu! Pero, ao inves del Museo de la Deuda, deberian abrir el Museo del “Calote” …preguntale a gi, asi con la foto de Mendez dando “una banana” al FMI…
    Yo les aplaudo!

    Eso de la teta, puede ser la mia? Otra teta no puedo tocar prefiero la mala suerte de mendez!jajajajajajaja, estoy como que reindo de esto hace media hora! En marzo seguro estaré haciendo la peregrinacion hacia San cayetano, pediendole un trabajo en argentina seguro!!!!!!!!!!!

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