Os 96 anos de Cortázar

26 ago

 

Ven a dormir conmigo: no haremos el amor, él nos hará.

Se estivesse vivo, Júlio Cortázar, completaria hoje 96 anos. Escrevo agora da Boutique de livros, a passos de uma praça que leva seu nome em Buenos Aires. Uma Praça que todos chamamos de Serrano, mas na verdade leva seu nome. Foi um dos maiores escritores argentinos embora tenha passado boa parte de sua vida na frança, onde faleceu de leucemia em 1984 e foi enterrado. Ainda que seu livro mais famoso Rayuela seja um pouco hermético, não há porta de entrada para um bom Cortázar. Gosto dos seus contos e gosto de sua voz lendo seus textos. Toda hora é uma boa hora para Júlio Cortázar. Deixo um bom Cortázar acompanhado de Charlie Parker, porque jazz e Cortázar, tudo a ver!

E para um montão de Cortázar confira: http://www.argentina.ar/_es/cultura/C2286-cortazar-aniversario-de-su-nacimiento.php

Uma resposta to “Os 96 anos de Cortázar”

  1. Rebeca Gorender 26 de agosto de 2010 às 9:52 PM #

    Você tem toda razão, Gabi. Pra acompanhar Cortázar só um bom jazz. E eu fui presenteada muito docemente com o seu texto agora. Estava justo me dirigindo pra minha redinha pra ler um pouco mais de suas cartas enviadas de Paris a Buenos Aires aos som do grande Coltrane. Não tinha idéia que hoje era o aniversário dele. Os presenteados somos nós.

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